A Importância da Modelagem de Casos de Uso

A algum tempo assisti as aulas de Analise e Projetos, e dentre os assuntos estava a Modelagem de Casos de Uso, este é um assunto que não causa muito interesse em desenvolvedores, na verdade, um caso de uso pronto ajuda o desenvolvedor a ter agilidade em seu trabalho. Casos de Uso são feitos por arquitetos e projetistas de sistemas de informação, eles são os responsáveis por identificar os requisitos funcionais de um sistema.
Quando alguém que não é o profissional especifico mas precisa fazer os casos de uso, o primeiro sentimento que vem é a preguiça, é isto mesmo, dá preguiça de fazer algo tão detalhado, mas ai, você precisa usar da sua necessidade e da sua sequencia para “pegar o jeito” e dar continuidade no trabalho, depois de um tempo você acostuma e consegue dominar a técnica.
O Diagrama de Casos de uso foi criado em 1970 por Ivar Jacobson, e até os dias atuais foram incrementados novas técnicas. O Modelo é composto pelo caso de uso, atores e relacionamento entre estes elementos e para descrever os casos de uso são utilizados o grau de abstração, formato e grau de detalhamento.
Existem ainda, os tipos de descrição, que são eles: descrição continua numerada e narrativa particionada.
Para a construção deve-se fazer a descrição detalhada do cenário (descrição do caso), os  atores(pessoas, organizações, outros sistemas ou equipamentos) que são os elementos que interagem com o sistema e por fim qual o tipo de relacionamento(comunicação, inclusão, extensão, generalização)  entre eles.
Veja o exemplo de um cenário abaixo:
Com o modelo de casos de uso em mãos o desenvolvedor é forçado a moldar o sistema de acordo com o usuário, definindo parte das funcionalidades do sistema, e é exatamente este padrão que irá reduzir o retrabalho caso o cliente peça algum tipo de mudança ainda em tempo.
Existem diversos casos de uso listados no Google, sugiro uma boa pesquisa a respeito, alem da prática, dessa forma seus projetos terão uma qualidade superior aos demais.

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Recomendação W3C para acessibilidade

Em meio a correria de cumprir o prazo para entrega de projetos, quase não à tempo de priorizar o conteúdo de maneira acessível as pessoas com deficiência. Pode parecer bobagem, mas vem crescendo de maneira impressionante o numero de pessoas com algum tipo de deficiência que utiliza a internet para pesquisas escolares, pesquisa de comprar e até mesmo de uso profissional, esse crescimento ocorre ao mesmo tempo em que a internet vem crescendo em todo o Brasil, e este publico em especifico merece uma atenção especial, porém esta atenção precisa ser trabalhada em conjunto, ou seja, deve partir do interesse da empresa que paga pelo serviço de uma agencia web por exemplo,  depende do interesse da agencia em começar a impor essa necessidade no dia a dia de seus profissionais, depende do interesse do designer de utilizar cores(layouts) claros e objetivos, explorando sempre a opção de contraste, e por fim, depende do interesse do programador/desenvolvedor de trabalhar um conteúdo que possa facilitar a visualização e navegação do usuário.

Dentre algumas diretrizes podemos citar e justificar as seguintes:

Diretriz 2 – Não recorrer apenas à cor
Certificar que as informações são vistas quando sem cores a partir do contexto, marcações e contrastes, para que as pessoas com deficiência visual possam receber as mesmas informações.
Diretriz 8 – Assegurar a acessibilidade às interfaces incorporadas.
Assegurar que a interface do usuário obedeça a princípios de desenho acessível: acesso independente de dispositivos, operacionalidade pelo teclado, emissão automática de fala, etc
Diretriz 9 – Design para a independência de dispositivo.
Usar recursos que permitam a ativação dos elementos da página através de uma variedade de dispositivos de entrada. Por exemplo, um formulário que só pode ser ativado com um mouse não poderá ser acessado por alguém sem visão, utilizando entrada de voz ou teclado.
Diretriz 10 – Utilizar soluções de transição
Utilizar soluções de acessibilidade transitórias, para que tecnologias assistivas e navegadores mais antigos funcionem corretamente.
Por exemplo, navegadores mais antigos não permitem aos usuários navegar para esvaziar caixas de edição. Leitores de tela mais antigos lêem listas de links consecutivos como um link. Esses elementos ativos são, portanto, difícil ou impossível acessar. Além disso, a mudança da janela atual ou o aparecimento de novas janelas pode ser muito confuso para os usuários que não conseguem ver que isso aconteceu.
Diretriz 12 – Fornecer informações de contexto e orientação.
Fornecer contexto e orientações para ajudar os usuários a compreenderem páginas ou elementos complexos.
O agrupamento de elementos e o fornecimento de informações contextuais sobre as relações entre os elementos podem ser úteis para todos os usuários. Relações complexas entre as partes de uma página podem ser difícil de interpretar para pessoas com deficiências cognitivas e/ou visual.
Ou seja, a W3C, não fornece apenas as informações HTML/CSS que 90% dos profissionais de Web procuram focar, muito pelo contrário, eles fornecem diversas informações que podemos assimilar e colocar em prática, inclusive a parte de acessibilidade.
Essas e outras informações podem se encontradas em:

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WordPress: Minhas Primeiras Impressões

Quando entrei para a área de desenvolvimento ouvi falar do wordpress, mas ouvi coisas tão ruins que perdi o interesse em conhecer, eram coisas do tipo: “ah é só arrastar o que deseja inserir que está pronto” ou “é só escolher um tema, instalar, editar conteúdo e pronto”.

O tempo foi passando e decidi criar um blog, este da qual vocês estão neste momento, ao decidir entre o Blogger e o WordPress, achei o blogger bem simples e o wordpress um pouco mais complicado, optei pelo blogger, mas hoje, após pesquisas entendi que em relação a Blog o wordpress oferece muitas opções, ferramentas que deixa o blog mais profissional.

Pois bem, deixemos esta disputa sobre blog de lado e vamos sim falar apenas do WordPress. A primeira coisa que tenho a dizer é wordpress não é somente um blog, WordPress não é somente um conteúdo pronto. Não!! Existe o WordPress blog e o WordPress direcionado a desenvolvedores para criar sites profissionais, isto mesmo, quem conhece a ferramenta a fundo ou está aprendendo como é o meu caso, sabe que quem trabalha com o WordPress leva isto muito a sério, ele pode se tornar complicado, pois a ferramenta é extensa e oferece inúmeras possibilidades.

Para começar você mesmo pode criar o seu layout (ou mais conhecido como tema) normalmente no photoshop ou fireworks como desejar, e depois ir adaptando este layout no código fonte, respeitando as regras do wordpress, porem o mais bacana de participar dessa comunidade de desenvolvedores é a oportunidade de desenvolver plugins, e funções dentre outras coisas.

Garanto que não existem facilidades, existe é a pratica e a habilidade de incrementar cada vez mais seu conteúdo. Esse preconceito, ou “achismo” cai por terra quando o interesse verdadeiro parte de você e não do que ouviu falar da boca dos outros, por isto eu sugiro a você leitor que é desenvolvedor a conhecer a ferramenta, a comunidade, o fórum, vai pode adquirir conhecimentos muito bacanas referente a nossa área.

Por fim deixo alguns links para vocês como o “20 sites wordpress que você nem imagina”.

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Utilização de Banners na WEB

O formato de peças publicitárias na web é regulamentado pela IAB(interactive advertising bureau) Brasil – site: iabbrasil.ning.com – e visa padronizar os anúncios de banners em site.
Esta prática é pouco conhecida e dessa forma designers e programadores trabalham o conteúdo da forma que lhes é interessante, porém a partir do momento em que começamos a regulamentar conteúdo, compartilhar e divulgar, com certeza o trabalho será melhor reconhecido, e os usuários são os beneficiados, pois a organização evita que o mesmo se canse visualmente da página(desorganizada) e saia do site sem vontade de voltar.
A documentação apresenta diversos formatos de banners e botões mais utilizados, dentre os quais é possível citar: 728 x 90 PCI(Super Banner), 234  x 60 PCI(Full Banner), 120 x 240 PCI(Banner Vertical), 125 x 125 PCI(botão quadrado), estes e outros formatos podem ser encontrados no documento, que fica no link abaixo:
ou
Bons estudos e boas praticas!!
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JQUERY CAROUSEL

Este é um breve tutorial sobre o Jquery Carousel, utilizados para passar imagens e banner.

Primeiramente baixe o arquivo jquery em:
 
Clicando no ícone conforme mostra a imagem abaixo:
Em seguida baixe o jquery carousel lite no seguinte link:
 
Este side possui varias demonstrações, ou seja diversos tipos, escolha aquele adequado ao seu gosto.
Após baixar estes documentos e colocar no seu diretório, vá para seu código fonte, e entre as tags <head>  </head> coloque o seguinte código:

Na qual:
–  “.carousel” é o nome da sua classe ou div.
– .Next e .prev são os botões de ação.
– Auto siginifica que as imagens irão passar automaticamente no tempo de 6 segundos, caso você não queira automático basta retirar esta parte do código.
– Speed é a velocidade de transição das imagens, deixe suave entre 500 e 2000.
– Visible é a quantidade de imagens que você deseja exibir.
Também é possível atribuir outras funções, como por exemplo o posicionamento de transição das imagens, ou seja Vertical ou Horizontal, vai de acordo com o desejo da pessoa.
As demais configurações são feitas em seu CSS, ou seja, o tamanho das imagens, o tamanho do carrousel, o local dos botões, etc.
Bons estudos.

 

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